Arquivo do mês: fevereiro 2011

Post Scriptum

capturo-me na adrenalina post-scriptum no meu canto vago em pensamentos veementes balbucio entre passos e universos balbucio entre o que se criou e se abortou balbucio entre o auto-e-o-conflito e meus sonhos aflitos balbucio entre voltar ao convívio social e … Continue lendo

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O que não é passageiro é Mel

‘sou aquele que poderia ter sido’ se não fosse aquela nossa paixão teria me perdido nessas viagens agora, viajo para despertar ou disfarçar a vontade de voltar pra casa te escrevo para despertar ou aquietar o que poderíamos ter vivido … Continue lendo

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TRÊS

…Do dia em que o homem gravou o três vezes três, pelo segredo, a tristeza se fez… Sete se passaram e mais penúrias, quando em rochas ocultas se encontrava, Mal sabia o artesão que sua própria artífice em falso pisava… … Continue lendo

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Ao pluri-Belini

Não me conformo, Turismólogo Injustamente logo, sou eu que viajo Dá-lhe-me conforto, Irmão sinceramente estou a um passo do avião Ensine prototipicamente, Professor não preciso lembrar, você sabe do seu clamor Profecie as sabedorias, Filósofo Saudoso, o bilhar encontrou-se monótono … Continue lendo

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Tergiversar

À jamais cheirarmos juntos ainda aquela erva-sincera, Agradeço-lhe Irmão Diga-se de passagem, sua sina nesse triciclo vai ser me aturar, atirar-me exclamações Um prisma discorrerá solto, quem sabe três, três em cada braço, em cada pouco Uma profecia será pouco. … Continue lendo

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Da tatuagem e de Stonehenge

enquanto as pedras rolavam alguém caía em busca da flor quem sabe seria ele quem sabe veria ela quem sabe veria Ele quem sabe seria ela nada tão sério anda tão humano anda tão sério nada tão humano tinha uma … Continue lendo

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